quarta-feira, 12 de março de 2014

Imperialismo - 9º ano



Visita virtual as Missões - 8º ano

Sete Povos da Missões ou Missões Orientais  são sete aldeamentos habitados antigamente pelos indígenas e fundado pelos jesuítas na região que é hoje o estado do Rio Grande do Sul. Faziam parte as seguintes missões:
·         São Francisco de Borja
·         São Nicolau
·         São Miguel Arcanjo
·         São Lourenço Mártir
·         São João Batista
·         São Luiz Gonzaga
·         Santo Ângelo Custódio
A redução de São Nicolau foi a primeira a ser fundada, no ano de 1626, mas só foi em 1687 que as instalações permanentes foram inauguradas. Este espaço de tempo deve-se a fuga devido aos ataques dos bandeirantes. A população que compunha a missão se abastecia principalmente do gado. Foi a maior missão dos Sete Povos e registros indicam que no ano de 1732 haviam 7.751 índios. Este número de índios foi somente os que estavam na sede, acredita-se que existiam muito mais.
São Miguel de Arcanjo foi a segunda redução a ser construída a partir de 1687 pelos guaranis. Contava no ano de 1732 com 4.589 indígenas.
A missão de São Francisco de Borja  foi fundada em 1682 e é localizada mais ao sul do que os demais povos. Ela é tão importante que pode ser considerada como a primeira missão, mesmo cronologicamente tendo sido a terceira. Isso se deve ao fato de que ao ser fundada deu-se inicio ao processo evangelizador das missões jesuítas no Rio Grande do Sul.
São Luiz Gonzaga foi fundada em 1687 e contava com 6.182 índios que habitavam a região rodeada pelos rios Uruguai, Ijuí e Piratinim. Em 1690 foi fundada a missão de São Lourenço que ficava localizado a margem esquerda do rio Uruguai e contava com 6.513 indígenas. Sete anos depois foi instalada a missão de São João Baptista que contava com 5.274 índios somente na área urbana. A última missão a ser instalada foi a de Santo Ângelo Custódio, no ano de 1706 e por sua vez contava com 5.085 índios.
O declínio dos Sete Povos começou durante o século XVIII. A região estava sendo disputada entre os espanhóis e portugueses. Ficou acertado através do Tratado de Madri, firmado em 1750, que Portugal trocaria a Colônia de Sacramento (para os espanhóis) pela região em disputa, desde que os espanhóis retirassem os jesuítas. O problema é que ninguém queria sair, nem os jesuítas, nem os índios e até mesmo os portugueses, que não queriam deixar Sacramento.

Os índios, que recebiam instruções dos jesuítas, se armaram e os confrontos foram inevitáveis. A mais dolorosa guerra das missões foi a Guerra Guaranítica. Em 1753 os índios guaranis se nem a deixar as suas terras, um ano depois a guerra eclode. Portugueses e espanhóis se aliam e dois anos depois os guaranis são derrotados. Os jesuítas também sofreram já que foram expulsos de solos brasileiros e os índios dispersaram. Enfim, as missões foram abandonadas.
)

Visão panorâmica dos dias atuais:
http://ng360.com.br/arquivo/saomigueldasmissoescruz/index.html


Feudalismo - 7º ano

)

6 Instrumentos para contar o tempo - 6º ano

Foto de uma ampulheta, instrumento para contar o tempo

Faça um relógio só com areia - 6º ano

Foto: Reprodução
Com essa experiência, você poderá construir um relógio de areia, ou uma ampulheta. Basta seguir os passos abaixo e boa diversão.
O que precisa:
- 2 garrafas plásticas de refrigerante (600 ml) bem limpas e secas (uma delas com tampa);
- Areia fina peneirada.
- Durex.

Como fazer:
- Encha uma das garrafas;
- Tampe esta garrafa e peça para um adulto fazer um furo na tampa com um prego aquecido, de tamanho grande. Cole uma garrafa na outra, pelo gargalo;
- Ponha a garrafa cheia de areia virada para baixo com um relógio digital (pode usar o celular), cronometre quanto tempo é necessário para que toda a areia escoe de uma garrafa para a outra. Essa é a duração do seu relógio de areia.
Conclusão:
- A areia vai cair para a garrafa de baixo. O tempo que a areia leva para passar de uma garrafa para outra depende da quantidade de areia, do tamanho e do gargalo. Se a areia estiver úmida, pode ser que ela nem caia. Você pode fazer ajustes, aumentando ou diminuindo a quantidade de areia.
Fonte:  Revista Ciência Hoje