sexta-feira, 14 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
Visita virtual as Missões - 8º ano
Sete Povos da Missões ou Missões
Orientais são sete aldeamentos habitados
antigamente pelos indígenas e fundado pelos jesuítas na região que é hoje o
estado do Rio Grande do Sul. Faziam parte as seguintes missões:
·
São Francisco de Borja
·
São Nicolau
·
São Miguel Arcanjo
·
São Lourenço Mártir
·
São João Batista
·
São Luiz Gonzaga
·
Santo Ângelo Custódio
A redução de São Nicolau foi a
primeira a ser fundada, no ano de 1626, mas só foi em 1687 que as instalações
permanentes foram inauguradas. Este espaço de tempo deve-se a fuga devido aos
ataques dos bandeirantes. A população que compunha a missão se abastecia
principalmente do gado. Foi a maior missão dos Sete Povos e registros indicam
que no ano de 1732 haviam 7.751 índios. Este número de índios foi somente os
que estavam na sede, acredita-se que existiam muito mais.
São Miguel de Arcanjo foi a
segunda redução a ser construída a partir de 1687 pelos guaranis. Contava no
ano de 1732 com 4.589 indígenas.
A missão de São Francisco de
Borja foi fundada em 1682 e é localizada
mais ao sul do que os demais povos. Ela é tão importante que pode ser
considerada como a primeira missão, mesmo cronologicamente tendo sido a
terceira. Isso se deve ao fato de que ao ser fundada deu-se inicio ao processo
evangelizador das missões jesuítas no Rio Grande do Sul.
São Luiz Gonzaga foi fundada em
1687 e contava com 6.182 índios que habitavam a região rodeada pelos rios
Uruguai, Ijuí e Piratinim. Em 1690 foi fundada a missão de São Lourenço que
ficava localizado a margem esquerda do rio Uruguai e contava com 6.513
indígenas. Sete anos depois foi instalada a missão de São João Baptista que
contava com 5.274 índios somente na área urbana. A última missão a ser
instalada foi a de Santo Ângelo Custódio, no ano de 1706 e por sua vez contava
com 5.085 índios.
O declínio dos Sete Povos começou
durante o século XVIII. A região estava sendo disputada entre os espanhóis e
portugueses. Ficou acertado através do Tratado de Madri, firmado em 1750, que
Portugal trocaria a Colônia de Sacramento (para os espanhóis) pela região em
disputa, desde que os espanhóis retirassem os jesuítas. O problema é que
ninguém queria sair, nem os jesuítas, nem os índios e até mesmo os portugueses,
que não queriam deixar Sacramento.
Os índios, que recebiam
instruções dos jesuítas, se armaram e os confrontos foram inevitáveis. A mais
dolorosa guerra das missões foi a Guerra Guaranítica. Em 1753 os índios
guaranis se nem a deixar as suas terras, um ano depois a guerra eclode.
Portugueses e espanhóis se aliam e dois anos depois os guaranis são derrotados.
Os jesuítas também sofreram já que foram expulsos de solos brasileiros e os
índios dispersaram. Enfim, as missões foram abandonadas.
)
Visão panorâmica dos dias atuais:
http://ng360.com.br/arquivo/saomigueldasmissoescruz/index.html
Faça um relógio só com areia - 6º ano
Com essa experiência, você poderá construir um relógio de areia, ou uma ampulheta. Basta seguir os passos abaixo e boa diversão.
O que precisa:
- 2 garrafas plásticas de refrigerante (600 ml) bem limpas e secas (uma delas com tampa);
- Areia fina peneirada.
- Durex.
Como fazer:
- Encha uma das garrafas;
- Tampe esta garrafa e peça para um adulto fazer um furo na tampa com um prego aquecido, de tamanho grande. Cole uma garrafa na outra, pelo gargalo;
- Ponha a garrafa cheia de areia virada para baixo com um relógio digital (pode usar o celular), cronometre quanto tempo é necessário para que toda a areia escoe de uma garrafa para a outra. Essa é a duração do seu relógio de areia.
Conclusão:
- A areia vai cair para a garrafa de baixo. O tempo que a areia leva para passar de uma garrafa para outra depende da quantidade de areia, do tamanho e do gargalo. Se a areia estiver úmida, pode ser que ela nem caia. Você pode fazer ajustes, aumentando ou diminuindo a quantidade de areia.
Fonte: Revista Ciência Hoje
terça-feira, 4 de março de 2014
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